sábado, 24 de março de 2012

Viagem de Moto pelo Litoral Paulista e Carioca - Planilhas

Viagem de Moto pelo Litoral Paulista e Carioca - Lições aprendidas

Lições Aprendidas

Bom, como todo projeto bem gerenciado deve ter e como encaro minhas viagens como projetos, não poderia esquecer as lições que tirei da viagem. Aqui estão elas:

  • Levar mochila pequena para passeios sem a moto. Ter que carregar máquina fotográfica, protetor solar, água e umas bolachas na mão é uma tarefa um tanto quanto ruim.
  • Montar bolha maior na moto e adquirir capacete com maior isolamento do vento. A bolha original da BMW G650GS é muito baixa, deixando que uma grande quantidade de vento atinja o capacete. Com isso, o barulho quando se passava de 90 km/h era ensurdecedor.
  • Intercoumicador. Como tinha um Motorola Talkabout antigo, resolvi comprar um laringofone para tentar usar como intercomunicador. Ficou uma porcaria. Não entendíamos nada do que se falava, e a quantidade de fios só atrapalhava. Já estou olhando um intercomunicador via Bluetooth, só falta achar um que caiba no meu orçamento.
  • Em alguns trechos é cansativo manter a moto acelerada. Adquirir um “piloto automático” para aliviar a tensão no pulso.
  • Utilizei um suporte xing-ling para adaptar minha câmera fotográfica na moto, mas a qualidade tanto da imagem (trepidação) quanto do som (vento) deixou muito a desejar. Câmera melhor para filmagens na moto. Talvez uma GoPro, se couber no orçamento.
  • GPS à prova d'água. Ao chover fui obrigado a tampar o GPS com um plástico, o que prejudicava sua visualização e manuseio. Andei olhando um tal de Garmin Zumo, específico para motos, mas uma facada.
  • Mini-tripé mais alto e um “monopé” telescópico para a câmera fotográfica. O monopé visa facilitar o auto-retrato.




 




Viagem de Moto pelo Litoral Paulista e Carioca - Dia 13

Dia 13 – 9/03/2012
Trecho: Praia Grande-SP a São José-SC
Km Total: 2257,1
Km Dia: 699,9

Levantei com uma ideia na cabeça: tentar chegar em casa à noite. Tomamos nosso cafezinho espartano, visitamos São Vicente-SP onde passamos pela ponte pênsil construída em 1914 que liga a ilha de São Vicente e Santos ao continente. 

 

Após a visita ao centro, retornamos pela ponte pênsil e rumamos para a BR-101/SP-055. De lá pegamos a BR-116 até Curitiba, onde eu e meu bróther Crica nos separamos. Desci a serra com sentido a Floripa e toquei pela BR-101 pra minha casinha. Cheguei bem cansado, mas o banho e a companhia da esposa após duas semanas me renovaram. É muito bom viajar, mas é melhor ainda voltar!